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andas já presentida D essa voz que te convida A encetar n esta vida Ai uma vida melhor...E em breve desenganada D essa existencia isolada, Darás n alma franca entrada A sentimentos de amor Como esse olhar é dôce Dôce da mesma sorte Como se nunca fosse Toldado pela morte Como se alumiasse O sol ainda em vida As rosas d essa face.
Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente, E com mãos liberaes Expulsar esta duvida que inquieta Um grato coração que apenas sente E...nada mais De limpido diamante e fio de oiro, Quizera-vos tecer collar que á aurora Vencesse em brilho e côr Mas o poeta, o unico thesoiro Que tem, ah são as lagrimas que chora E o seu amor.
córrego acima, Subo á ponta do penedo Que a vida só quem a estima É que da morte tem medo.A mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima A tirar-nos do degredo, Que inda a gente se lastima De não acabar mais cedo.E alli sósinha chorando Me lembrava, ora a ventura Da minha infancia, inda quando Levava os dias brincando Ora a desgraça futura, Que me estava annunciando Não sei se a minha amargura, Se uma nuvem, grande e escura, Que se ia no ar formando E vinha já avançando, Como que á minha procura.
tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos clara, É um momento e...passou.Não ha existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque o amor é, em summa, Essencia de todo o sêr.Ha sempre quem nos attráia.Mil vezes que a onda cáia, Ha uma rocha, uma praia Aonde a onda vai ter.
Foi um diluvio d agua E o furacão, que fez, Emilia até dá mágoa Tantos estragos vês Esta infeliz víuva, Foi-lhe o telhado ao ar Depois, já nem da chuva Tinha onde se abrigar.De mais a mais sósinha, Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha.
andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos, que deixaste.Os vultos, que os vestidos Tão negros que pozeram, De luto, tão compridos, Não sei que ar lhes deram A tua bella irmã, A tua piedade, A rosa da manhã, A flôr da mocidade, Quem lhe diria a ella, Tão cheia de alegria, Que haviamos de vêl-a Assim já hoje em dia É esta vida um mar, E bem se póde a gente, Marina comparar A rapida corrente, Que vai de lado a lado Por esses valles fóra Sem nunca lhe ser dado Ter a menor demora.
importa digam-no É pelo fructo que a oliveira escolho.Minerva brada o pai d homens e deuses, És quem, de todos, sabes mais sem duvida No que não luza...mal fundada gloria.Ora se não sei eu quem foi teu pai Fidalgo sei perfeitamente bem.
Depois de mortos Hemos de vêr-nos, e um no outro absortos Fartar de glorias este amor tão triste. Tão triste, e o coração que me adivinha N este supplicio nosso este tormento Nunca dos labios teus minimo alento N um só beijo bebi em vida minha E morro sem te vêr Cabeça doida, Desasisado amor Sonhar afflicto Um sonho até morrer.
Agora carcomida.Colhesse-as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse medo Que a terra m as comesse.Mas pura, como a neve Que ás vezes cahe na serra, É que a nossa alma deve Tambem voar da terra.Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse um dia A luz que dás agora.
Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha o gosto De te vêr já tão cedo trabalhando.Desde pela manhã até sol-posto Que não tens de descanço um só momento Por isso tens tão bella côr de rosto.E eu pallido, Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude, Esta imaginação é um tormento.
Depois a rosa em abrindo Vai-se-lhe o cheiro tambem A tua bocca em te rindo Só o bom cheiro que exhala...E quando fallas, a falla, Isso é que a rosa não tem.Ella o que tem, meu amor O cheiro, a côr e mais nada.Confessa, rosa animada Que és outra casta de flôr.
cobrar logo A fórma e côr perdida, E a bocca toda fogo Ah inspirar-me a vida Supplíca, ó anjo implora Ao Pai universal Que me deixe ir embora D este horroroso val De lagrimas amargas, E turvas de tal modo, Como umas nuvens largas Que tapam o céo todo Inferno e céo, conforme A nossa fé, confesso Que é um mysterio enorme, É um mysterio immenso.
Colhi-o, pul-o no seio, E é hoje o livro que leio.Prestes, se inda na rocha de granito D onde em tempo me vias te sentares, Não olhes para a terra ou para os mares, Olha sim para o céo, que é lá que habito.Lá tão longe de ti, mas não do terno, Bondoso pai que os dois nos ha gerado, Só para mágoas não, que bem guardado Nos tem tambem no céo prazer eterno.
Has-de, cysne expirando alçar teu canto, Has-de lá quando a lua da montanha Te acene o extremo adeus, Voar, Candida ao céo, e ebria de encanto, No oceano d amor que as almas banha, Unir teu canto aos seus.Seus, d ellas, mãi e irmã, cinzas cobertas D um só jacto de terra.
Peço perdão, commovi-me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia, Como um balsamo, uma essencia, Purificam-me e senti-me Com uma nova existencia.Ólho as nuvens esvaíam-se Os roncos do mar ouviam-se, Mas já mais de espaço a espaço.O sol ainda tão baço, De luz tão pouco brilhante, Que se media a compasso Como a cara d um gigante, Descobre-se e resplandece Ao longe o mar apparece E tudo, mar, terra e céos Tão formoso me parece, Como se agora tivesse Sahido das mãos de Deus No rochedo onde descança Meu corpo desfallecido, O verde musgo, vestido Sempre da côr da esperança, Agora reverdecido, Me ensina a ter confiança N esse que do céo nos lança Em dia tempestuoso, Só para nosso repouso O arco da alliança.
Amo-te.O mais ignoro.Mas os meus ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer o mais.Que chóro se te admira.Nunca tiveste amor.Quem tem amor, suspira, E o suspirar é dôr.Ah quando abraço e beijo O travesseiro e, assim, Acórdo e te não vejo, Vejo-me só a mim Não sei, mulher que anceio Se me traduz n um ai Confrange-se-me o seio, Rebenta o pranto e cái.
largo espaço Que te não vejo, espero Lhe contes o que eu passo N este aspero desterro Que assim que te não veja É noite fria e escura, Noite que mette inveja Á mesma sepultura Em acordando agora, O meu contentamento É vêr em cada aurora Um dia de tormento Podesse eu dar-te a prova Dos dias que me esperam, Lançando-me na cova Onde elles te pozeram Lançassem-me algum dia Ao pé, que de repente O coração te havia De ainda pular quente.
Astros fio-me em vós, e Deus permitta Que os infelizes sempre em vós se fiem.Intima voz do fundo, bem do fundo D alma me diz e as lagrimas me saltam Vês os milhões de soes que o espaço esmaltam Pisa a terra a teus pés, inda ha mais mundo.Ha depois d esta vida inda outra vida.
vol-o dou.E lá do espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia A quem da terra a adora Se o sol aceita á flôr humilde incenso Ha no amor tambem muita poesia...Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo, Em quanto a alma em incenso restituo Mas, quando como fumo que se esvai, Minha alma vás teu rumo.
admira a mim que o sol, monarcha De indisputavel throno, e throno eterno Em céo e terra e mar Que em seu imperio o mundo inteiro abarca Abaixe á pobre flôr seu dôce e terno, Mavioso olhar.Não me admira a mim que a crystallina, Tão pura, onda do mar, que espelha a face Do astro creador, Que essas asperas rochas cava e mina, Á praia toda languida se abrace E toda amor Mas sendo vós um sêr mais precioso Do que onda e sol um anjo de poesia Inspirada e que inspira Que ás minhas mãos, das vossas, tão mimoso, Delicado penhor descesse um dia É que me admira.