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bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos