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nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande