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gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume