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nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca