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lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia