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ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo