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Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança