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Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido