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gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas