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ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre