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ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas