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admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára