1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30
quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente