Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora
  • prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle
  • vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos
  • tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno
  • quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo
  • Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços
  • ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum
  • ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo
  • Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado
  • Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto
  • montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes
  • paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade
  • trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas
  • valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo
  • admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha
  • velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia
  • braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços
  • vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde
  • Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez
  • concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno
  • suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora
  • passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira
  • Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança
  • cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre
  • assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande
  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha
  • bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio
  • triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso
  • diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos
  • gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo
  • tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse
  • mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl
  • Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente