Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto
  • Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança
  • lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo
  • gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente
  • Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar
  • tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha
  • cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar
  • dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos
  • Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços
  • trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas
  • disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento
  • Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza
  • sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo
  • Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos
  • poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar
  • existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno
  • Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha
  • ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso
  • nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua
  • Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão
  • Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia
  • Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno
  • Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas
  • quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr
  • quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim