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quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia