Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca
  • Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher
  • cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa
  • gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida
  • mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo
  • Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez
  • dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira
  • saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas
  • Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama
  • Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando
  • Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande
  • bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram
  • Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço
  • Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado
  • Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão
  • olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude
  • velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos
  • cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre
  • Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem
  • Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca
  • tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno
  • ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo
  • Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas
  • herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia
  • paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade
  • Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos
  • Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas
  • disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento
  • Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços
  • Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo
  • suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora