Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente
  • bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram
  • Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam
  • quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima
  • Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher
  • Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou
  • paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade
  • Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado
  • essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr
  • Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança
  • andas já presentida D essa voz que te convida A encetar
  • breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca
  • Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra
  • tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos
  • nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume
  • sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís
  • Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse
  • disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas
  • loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho
  • assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande
  • ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo
  • Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre
  • Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos
  • deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter
  • Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo
  • olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal
  • concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno
  • trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou
  • Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo
  • Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas
  • podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança
  • tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha
  • gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto