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sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente