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saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas