Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande
  • Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma
  • Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio
  • Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho
  • ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum
  • Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido
  • tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho
  • Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama
  • Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes
  • reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa
  • Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar
  • Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo
  • Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro
  • limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar
  • olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal
  • cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse
  • nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça
  • Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra
  • sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto
  • admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl
  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez
  • beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou
  • trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas
  • Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas