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  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr
  • tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente
  • Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio
  • quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo
  • gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto
  • olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama
  • vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos
  • Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar
  • herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia
  • Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra
  • importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho
  • valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo
  • vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde
  • Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar
  • montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes
  • Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha
  • bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas
  • paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão
  • Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma
  • nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua
  • braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços
  • mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima
  • tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões
  • sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo
  • triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços
  • tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos