Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • andas já presentida D essa voz que te convida A encetar
  • prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle
  • desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas
  • Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços
  • Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal
  • Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza
  • montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes
  • Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita
  • Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam
  • Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado
  • Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou
  • pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes
  • passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira
  • Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar
  • Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre
  • assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande
  • Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta
  • bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo
  • breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca
  • paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande
  • Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque
  • disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento