Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar
  • Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão
  • sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís
  • nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça
  • bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher
  • linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda
  • prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle
  • cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho
  • tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões
  • braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços
  • desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar
  • lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão
  • triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso
  • suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores
  • Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo
  • andas já presentida D essa voz que te convida A encetar
  • bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram
  • tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha
  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos
  • Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar
  • cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar
  • Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia
  • Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira
  • espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia
  • Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra
  • Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido
  • podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança
  • olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte