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intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter