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Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha andas já presentida D essa voz que te convida A encetar limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde