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Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre andas já presentida D essa voz que te convida A encetar consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões