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tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos