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Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume