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gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos andas já presentida D essa voz que te convida A encetar tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher