Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões
  • Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois
  • quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo
  • nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça
  • andas já presentida D essa voz que te convida A encetar
  • olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal
  • Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar
  • lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão
  • Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando
  • tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno
  • dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira
  • tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo
  • cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar
  • Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços
  • Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro
  • vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente
  • desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas
  • desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora
  • importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar
  • cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre
  • Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta
  • Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho
  • bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente
  • piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção
  • quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr
  • ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso