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Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza andas já presentida D essa voz que te convida A encetar linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho