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Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde