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Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno