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tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes