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tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima