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tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida