Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha
  • ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso
  • vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde
  • existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque
  • gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida
  • olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal
  • vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos
  • Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem
  • Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma
  • Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes
  • admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima
  • lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão
  • bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou
  • quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo
  • Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente
  • passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira
  • Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos
  • trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça
  • cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha
  • reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa
  • Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar