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ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia