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Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança