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Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos