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Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos