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Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar