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  • cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar
  • Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez
  • trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas
  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar
  • mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente
  • Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto
  • Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha
  • sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo
  • Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada
  • Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha
  • gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade
  • Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente
  • ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum
  • Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos
  • cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho
  • Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando
  • pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude
  • vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos
  • tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse
  • Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma
  • quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos