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Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís