Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama
  • montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes
  • lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão
  • Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo
  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida
  • Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas
  • tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões
  • Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho
  • gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto
  • triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira
  • Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar
  • andas já presentida D essa voz que te convida A encetar
  • Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha
  • trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes
  • lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita
  • Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada
  • piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção
  • cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem
  • deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter
  • Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha
  • desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora