Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama
  • bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram
  • filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem
  • Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto
  • admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno
  • trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca
  • quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos
  • lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão
  • Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços
  • cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar
  • existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque
  • nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça
  • cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho
  • Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento
  • quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho
  • Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha
  • admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha
  • Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha
  • vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos
  • piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção
  • Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado
  • herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua
  • tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres
  • velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente
  • Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia
  • suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora
  • Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança
  • triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso