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espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas