Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita
  • herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia
  • bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram
  • cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho
  • cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar
  • Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez
  • valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo
  • Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio
  • mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl
  • tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas
  • Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada
  • Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço
  • limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar
  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso
  • Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo
  • Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto
  • quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr
  • Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar
  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher
  • suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos
  • trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas