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assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso