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beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande