Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse
  • Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia
  • Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou
  • olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes
  • bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta
  • bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas
  • Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio
  • admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno
  • dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão
  • Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos
  • olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar
  • Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta
  • Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada
  • cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha
  • tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima
  • Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa