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abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua andas já presentida D essa voz que te convida A encetar beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos