1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30
Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse andas já presentida D essa voz que te convida A encetar desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer