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Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio