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bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas andas já presentida D essa voz que te convida A encetar olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha