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homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado