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vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo