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ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr