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bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer