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bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha