Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua
  • Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão
  • Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha
  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho
  • Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre
  • prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno
  • bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo
  • gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente
  • Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo
  • limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa
  • Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores
  • Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar
  • gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida
  • importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho
  • assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça
  • Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia
  • Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse