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dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida