Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora
  • velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca
  • espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia
  • trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres
  • Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha
  • filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem
  • tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente
  • prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle
  • podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança
  • sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo
  • Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar
  • nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua
  • mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima
  • Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar
  • Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde
  • Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta
  • gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida
  • Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões
  • Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto
  • cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha
  • Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido
  • Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto