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importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas