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assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando