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andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando