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Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas