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Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram