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gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre