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Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas