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suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto