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Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo