1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30
trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos