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Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada