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breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida