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Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha