1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30
beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca