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Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos