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Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo