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Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho andas já presentida D essa voz que te convida A encetar tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha