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loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha