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Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar