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Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa