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trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando