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Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho