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Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal andas já presentida D essa voz que te convida A encetar Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou