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Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas