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mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto