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Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar