1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30
quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão