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sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos andas já presentida D essa voz que te convida A encetar gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia