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tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr