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importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas