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prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia