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largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado