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bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora