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linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes