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filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre