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abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas