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admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno