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Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar