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homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto