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bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca