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Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia