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Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres